A emergência do dinheiro não depende de uma autoridade central ou governo. trata-se dum fenómeno de mercado; na prática, entretanto, os tipos de moeda mais aceites actualmente são aquelas produzidas e sancionadas pelos governos principalmente devido a imposições legais e de pagamento de impostos. Assim uma grande parte dos países possuem um padrão monetário específico - um dinheiro reconhecido oficialmente, possuindo monopólio sobre sua emissão. Algumas excepções são o euro (usado por diversos países europeus) e o dólar (utilizado em todo mundo).
O dinheiro em si é um bem escasso e por isso está na origem de tantos problemas sociais. Muitas coisas já foram usadas como dinheiro, desde metais, conchas e até cigarros ou coisas totalmente artificiais como notas bancárias. Em épocas de escassez de dinheiro as pessoas procuram formas de contornar o problema com a introdução de moedas alternativas - o importante é não perder o poder de troca e compra essenciais para o funcionamento das comunidades. Estas moedas alternativas podem complementar o dinheiro governamental: cupons, passes, recibos, cheques, vales, notas comerciais entre outros.
Na sociedade ocidental moderna o dinheiro é essencialmente um símbolo - uma abstracção normalmente electrónica ou digital que actualmente representa cerca de 97% da totalidade do dinheiro em circulação. No entanto bens como ouro e prata mantêm muitas das características essenciais do dinheiro.